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<!DOCTYPE html>
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<title>Duo Animi, Unum Corpus</title>
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<div class="typewriter">
<h1>Duo Animi, Unum Corpus</h1>
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<p>Redigido por Quinn <a href="./Acesso/acesso.html" class="dot-link">•</a></p>
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<section id="home" class="section">
<h2>Quinn</h2>
<p>Escritor. Alheia de Vulcan. Possivelmente a pessoa que você verá os textos em provas de português</p>
<p>Bem vindo a este "blog", um local que posso compartilhar pensamentos que tenho durante nossa habitação como estigmatas</p>
<h3>Aproveito para agradecer pela possibilidade de publicar um livro meu, que pena que o rascunho no quarto de Vulcan ainda não foi aprovado.</h3>
</section>
<section id="blog" class="section">
<h2>Últimas Postagens</h2>
<article class="post">
<h3>Ars Quaestio</h3>
<p class="intro">Indagando sobre o proposito da arte em si...</p>
<p class="full-text">Em um certo entardecer recente, estava eu pairando sobre a escuridão infinita que é o oceano pessoal de um ser vivo sapiente, relaxado e manufaturando minhas ideias e refletindo sobre os vários livros que li no museu Kintsugi. Tenho que concordar as vezes que ter duas mentes em um só corpo é até que bastante útil para a vida diária, como dois núcleos de um processador.<br>
Até, bem, notar um evento interessante acontecer no nosso voo, em uma multidão de pessoas que Allie havia retornado junto com Abigail.<br>
Fiquei contente com o fato, Abigail já tinha sumido a um tempo, e Allie era alguém que eu tinha um certo fascínio sobre o seu jeito extranatural de ser, se assim o posso descrever.<br><br>
Conversas vêm e vão, e notei curiosamente, entre as diversas excentricidades que Allie possui em seu maneirismo, um certo hábito de encarar os outros bem de perto. E ela foi rápida de fazer o mesmo com Vulcan, ou seria com nós?<br>
Olhando para os olhos de Allie, eu vi Allie encarando os olhos de Vulcan, mas também a vi encarando os meus, e também vi encarando como se tivesse outro par de olhos dentro de mim a ponto de eu acreditar mesmo que estariam ali outro Alheio a me controlar. Permaneci preso nesse trance até dos diversos pensamentos que passaram por mim, até um se destacar.<br><br>
“Para o que serve a arte?”.<br><br>
Nisto é onde está a estranheza, configurado como só mais um dos pensamentos que você pensaria por acaso, algo que nunca sairia de só questionar de relance similar a “Qual o sentido da vida” ou “Pra que estamos aqui”, algo que você não se aprofunda mais além por justamente saber que é um beco sem saída.<br><br>
Porém, mesmo assim, o pensamento ficou. Para que serve a arte? É um questionamento radical demais ainda mais para alguém do meu ramo, como se eu fosse um crítico de belíssimas obras de arte, e então resolveria em um belo dia visitar uma grande exposição com o único intuito de dizer: “Por que os quadros não estão de cabeça para baixo?”. O que possivelmente geraria bastante turbulências nas filosofias artísticas, porém Marcel Duchamp foi mais rápido do que eu.<br><br>
Mas, o pensamento ficou e não queria sair. Então eu me pus a realmente dissecar ele, aproveitando do tour em Artífice que Vulcan estava a acompanhar para entrar nos meus enigmas.<br>
Determinar a importância da arte em sim é tão complicado quanto determinar o que é a arte em si, talvez até mesmo a resposta de uma complemente a outra. Um dos meus romancistas favoritos, Jean Cocteau, permutou de forma afiada o seguinte: “A poesia é indispensável. Se ao menos eu soubesse para o quê…”, Explicitando assim com esse encantador epigrama o como a dúvida sobre a produção artística que paira até sobre aqueles considerados léxicos ao máximo na área, diferente de perguntar para um padeiro a importância do fermento, ou para um ferreiro o porquê de derreter o metal em uma certa temperatura. Ambos são versados naquilo que fazem, e ambos irão dar as respostas exatas para cada pergunta. Nós, coitados e miseráveis artistas e criadores criativos, nem tanto.<br><br>
Em primeiro plano, temos que entender algo sobrenatural que vemos como natural: As milhares de pessoas que constantemente vão para teatros, veem filmes, lêem livros. Por quê fazem isso? Como uma forma de distração ou porque diverte?<br>
Pensando nisso, a teoria que tenho é: <br><br>
É porque somos incompletos.<br><br>
É porque com nosso potencial de criação inerente da sapiencia, não ousariamos ficar um segundo sem pensar, planejar, criar e elaborar coisas. Nossa natureza como seres vivos faria qualquer tentativa de evitar a criação da arte uma jaula sobre nós mesmos, condenados a não nos expressarmos.<br>
É porque sem a arte, não poderiamos poder expressar o inexpressivel, criar o que não existe, e ver o que deve ser visto.
É porque todos sentem essa peça faltando em nossos espíritos, aquilo que deve ser complementado por algo. E da mesma forma que é difícil e ambíguo descrever um sentimento, é difícil e ambíguo descrever o que nos falta.<br>
Mas esta peça faltando é do encaixe perfeito dos livros, dos teatros, das músicas e dos poemas. <br><br>
Da arte,a igualmente difícil e ambígua de descrever.<br><br><br>
Há uma frase que admirei ao ler em diversos livros do Museu. E acho que ela casa muito bem com o intuito do texto.<br>
"A verdadeira arte é só um reflexo dos sentimentos de quem a contempla."<br><br><br>
-Quinn
</p>
<a href="#" class="read-more">Leia mais</a>
</article>
<hr>
<article class="post">
<h3>Talento: O que seria potencial e como canalizar-lo</h3>
<p class="intro">Aqui vai transcrito um texto censurado do site em que trabalhava. E uma das razões para eu abominar meu emprego<br>
Para os desafortunados superiores do InformeTudo a minha mais calorosa condolencias pela medicriocidade para eles, que os seus bots automaticos de
escrita sejam sua queda algum dia. Não precisa confiar em só minha palavra para a precariedade do site - Se em algum momento
você ter o agrado de conhecer meu querido amigo Cristopher, alheio do Pekomi, tenho certeza que ele teria palavras igualmente
calorosas para os superiores de lá</p>
<p class="full-text">Muitos, ao ver alguém tendo altas habilidades em qualquer ramo, logo afere que aquele indivíduo possui muito talento. Mas o que poderia se entender desta afirmação? Deve-se entender que aquele indivíduo nasceu com as habilidades já programadas em seu consciente para então sofrer o destino de utilizá-la, em um ramo que foi escolhido não por ele, mas por algo maior, e ai de ele tentar sair do caminho que já foi pavimentado em variáveis de genética muito antes de sua sapiência sequer ser desenvolvida? Ou devemos na verdade entender que somente certas pessoas são certas para certas áreas, e que tolo aquele que tenta seguir-las sem essa etiqueta natural?<br><br>
Para ambos, eu digo: Talento não existe. Pelo menos nos significados que são geralmente pensados.<br><br>
Ora, se não seria o “talento” somente a predisposição que é construída durante o progresso de nossa vida, sendo uma conjunção de nossos interesses, cultura e âmbitos, somado com a determinação do ser de melhorar naquilo que tem ambição de aprender e desenvolver. Tudo aquilo que experienciamos e desenvolvemos, e aplicamos como referência em nossas obras, é o que nos molda para ser o que somos e o que produzimos, pois somos esta massinha de carne, moldada por tudo que está ao nosso redor, inspirado por ele, e o inspirando da mesma forma.<br><br>
Nosso ser é nossas ambições, nossa determinação é nossa existência, “crio, logo existo”. Ao se locomover para frente, ao construir e pensar, é como mostramos que vivemos para o mundo, e aproveitamos a capacidade que nos foi dada. Desta forma, toda criação é a arte do indivíduo.<br><br>
E artes são feitas para serem admiradas<br><br><br>
-Quinn
</p>
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</article>
<!--<article class="post">
<h3>Título do Post 1</h3>
<p class="intro">Texto introdutório do primeiro post...</p>
<p class="full-text">Texto completo aqui</p>
<a href="#" class="read-more">Leia mais</a>
</article>
-->
</section>
<section id="contact" class="section">
<h2>Contato</h2>
<p>Para qualquer opiniao, discussão, ou só conversa fora, por favor procure Vulcan na Guilda Operária, ficaremos felizes de conversar com você.</p>
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<p>© Vila Operaria.</p>
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